terça-feira, 15 de maio de 2012

THE WITCHER 2 - X360 - PRIMEIRAS IMPRESSÕES - MINI REVIEW


Com tantos jogos bons sendo lançados nas últimas semanas, fica dificil escolher um jogo para se dedicar.

Em se tratando de RPG medieval então, muita gente ainda se aventura por Skyrim, e isso ainda deve durar muito tempo.

Nesse cenário, foi lançado The Witcher 2 para o Xbox 360.

Sucesso absoluta de crítica e público no PC, seguem as impressões do jogo no X360 para quem pensa em comprá-lo.

GRÁFICOS
- Não dá para mentir e dizer que o jogo não é lindo. Mas ele sofreu muito para rodar na caixa. Várias texturas foram trocadas por versões mais simples, como capacetes, roupas e até árvores.
- Os efeitos de iluminação impressionam, embora não sejam tão dinâmicos como no PC.
- A taxa de quadros é estável.
- A arte mais voltada para o realismo é impressionante e os ambientes chamam a atenção pelo nível de detalhes.
- Serrilhados existem principalmente no horizonte, quando estamos em áreas com grande visão. mas são leves.
- É altamente recomendável salvar o jogo no HD, pois assim como em Rage, existe um atraso no processamento das texturas que acaba incomodando quando o jogo é rodado direto pelo disco.
- Mas nada disso atrapalha a beleza do jogo. Não é tão polido como Mass Effect 3, mas ainda assim foi um grande trabalho para os consoles.
- Os detalhes são incríveis. As espadas tem suporte, a vegetação é viva, cada área do jogo tem uma quantidade de detalhamento acima da média.

HISTÓRIA
Citando V I D A L (http://www.portalxbox.com.br/e107_plugins/forum/forum_viewtopic.php?1630017)

O jogo se passa em mais um daqueles universos que mistura medieaval com fantasia, com a existência de monstros, dragões, lobisomens, e outras criaturas mitológicas.

Essa história trata essas criaturas com um valor mais realista. Elas são muito mais fortes que humanos e por isso não existem heróis em cavalos brancos que matam criaturas. O mundo é real e os humanos temem e evitam confronto com monstros, dando um senso de perigo e respeito ao universo de Witcher.

Tendo em vista esse problema, um grupo de alquimistas começaram a desenvolver fórmulas químicas para fortalecer um humano tornando-o poderoso o bastante para confrontar monstros. Essas fórmulas se transformaram em poções de efeitos variados, cura acelerada, visão no escuro, maiores reflexos e tudo mais... Porém, ao ser testada, as toxinas contidas nas fórmulas eram tão fortes que ser tornavam um veneno no organismo de um humano e a maioria causava morte.

Então, esse clã resolveu iniciar pesquisas em mutação para modificar humanos a ponto de torná-los resistentes a essas toxinas e assim garantir que eles possam beber as poções, tornando-os mais forte e prontos para enfrenter os monstros.

Esses homens mutantes são os Witchers. Homens que passam a vida sob intenso treinamento, dieta específica até estarem prontos para serem submetidos a mutação. Muitos morrem o processo, mas os que passam, sofrem uma série de irreversíveis efeitos colaterais como mudança na pigmentação, esterilidade e dilatação das pupilas.

Mas com sua resistência as toxinas e habilidade, passam a ser caçadores profissionais de monstros e vivem disso.

Algumas pessoas temem e descriminam os Witchers por serem mutantes, mas como são praticamente os únicos capazes de lidar com monstros, o respeitam.

Cidades com problemas de ataques de monstros estão sempre oferencedo trabalho pra Witchers.

Em resumo, todo Witcher é um poderoso combatente e experiente alquimista. É sempre importante no game coletar plantas e ingredientes e estar sempre criando poções, pois sem elas vc não é muito mais capaz do que um humano normal, o que difere o Witcher é poder tomar as poções e se tornar mais poderoso por um determinado limite de tempo.

JOGABILIDADE
- Os controles no XBOX foram bem adaptados, eu particularmente prefiro muito mais do que usando o mouse e teclado.
- O jogo tem um sistema de combate muito dinâmico, nada de pausas, tudo acontece em tempo real. Cada apertar de botão equivale a uma espadada, não é como Dragon Age Origins que seu personagem fica atacando sem parar até você escolher a ação.
- As magias também são usadas e trocadas em tempo real, você abre um menu para escolha da magia, a cena fica em slow motion para você escolher com calma e em seguida volta para a ação, tudo muito rápido e sem interrupções.
- A câmera é um dos defeitos desse sistema, ela fica muito solta durante os combates, mesmo prendendio a mira em um oponente, você não irá focá-lo, que determina o alvo é a posição da câmera e isso atrapalha um pouco até você se acostumar.

- Fora das batalhas, ela também não ajuda em ambientes muito fechados, mas com o tempo você se acostuma.
Para pegar um item por exemplo, você não precisa estar de frente para ele. você pode pegar itens que estão atras de você, simplesmenete direcionando a camera para ele.
- A interação com os objetos é muito travada, abrir uma porta as vezes é uma tarefa árdua.
Os menus são confusos a princípio e nada é muito claro, como qual arma é melhor ou pior, exige paciência e determinação para encontrar o melhor equipamento.
- Não existem um milhão de magias no jogo, como em Skyrim. Você não conseguirá lançar raios nem congelar oponentes. São 6 classes principais e você vai melhorando-as. O mais próximo de um mago que você conseguirá ser, será lançando bolas de fogo nos inimigos.

CONCLUSÃO
A caixa não recebe exclusivos de peso há muito tempo. Tudo bem que o jogo saiu para PC, mas em se tratando de consoles, tivemos muita sorte desse jogo sair para o XBOX 360.
Trata-se de um RPG adulto, que é bom em todos os aspectos
Além disso, a versão é excelente, cheia de extras e conteúdos novos que darão uma ótima longevidade a ele.
Não existe a liberdade de Skyrim nele, e não é nada parecido com Fable. É um jogo imperdível que todos deveriam experimentar.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

As melhores músicas dos Video Games



As músicas nos vídeo games podem ter começado a sua vida com simples BIP´s eletrônicos, mas conformes os hardwares iam melhorando e os consoles evoluindo, os sons básicos se transformaram em composições bem mais complexas.Depois veio a adição de letras e melodias.

É verdade que a maioria dos jogos não tem músicas muito memoráveis, mas há alguns que conseguem se sobresair.

Perguntei a alguns amigos quais as melhores composições que apareceram nos video-games e a lista a seguir mostra as melhores:

Concordam? discordam? Comentem o que acharam e se tem alguma que ficou de fora:

Castlevania - Symphony of the Night - "I Am the Wind"




Final Fantasy VIII - "Liberi Fatali"



Daytona USA – “Let’s Go Away”


God Hand – “Closing Credits/Outro”


Silent Hill - "Silent Hill"




Katamari Damacy – “Que Sera Sera”



Lunar: The Silver Star – “Untitled Opening Theme”


 


Metal Gear Solid 3: Snake Eater – “Snake Eater”






Parappa The Rapper – “Kick! Punch!”


Psycho Soldier – “Theme”



Sonic Adventure 2 - “Escape from the City”




Xenogears – “Small of Two Pieces”


The Elders Scroll III - Morrowind- "Nerevar Rising"






Fable - "Oakvale"

Chrono Cross - "Time´s Scar"

 

Valkyria Chronicles - "Those Who Succeed"


Bioshock - "Welcome to Rapture"


Bayonetta - "Fly me To the Moon"

 

The Elder´s Scrolls - Skyrim - " Main Theme"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Baila Baila - Os melhores dançarinos dos videogames.


Fala Galera. Tudo bem?

Hoje eu queria fazer uma compilação dos melhores e piores dançarinos dos videogames, afinal de contas todo mundo curte dar uma dançadinha de vez em quando, mas nem todo mundo faz isso com tanta maestria.

Nos jogos não é diferente. Enquanto uns dão um show de habilidade, outros ficam um pouco a desejar.

Enfim.. vamos dar uma olhada e avaliar um pouco esses bailarinos virtuais....

1º - Tem gente que perde a noção do ridículo na hora de dançar e acaba pagando mico. Se você acha que dança mal, então se liga nessa dança que um dos protagonistas do game Ressonance of Fate faz em uma das missões do jogo.

Nesse jogo você recebe várias missões e em uma delas você precisa reaver uma garrafa de vinho para essa condessa dos peitos saltitantes aí... eis que no meio do papo, um dos personagens começa uma dancinha no mínimo, muito exótica..

2 º - E até os marmanjos se rendem a uma boa música. O comandante Sheppard de Mass Effect 2 está sempre com cara de durão e poucos amigos, mas em uma determinada missão ele solta a franga e curte a musica numa boa....

3 º - O jogo Just Cause 2 é cheio de situações inusitadas, mas em determinados pontos como na Boate do dirigível e na piscina do clube, é possível ver alguns dançarinos a La gogo dancers de boate. 

4 º - Se uns se saem mal, outros beiram a perfeição, como por exemplo, o time de dançarinos de Dance Central 2 do Kinect. Todos são lindos, dançam bem e executam os passos de uma maneira roboticamente perfeita. Além disso os movimentos são suaves e muito bem feitos. Só tem uma concorrente a altura deles nos videogames, mas ela eu mostro no final do vídeo.

5 – Vagrant Story foi lançado no final da vida do Playstation One. Mas a cena de abertura trazia uma dançarina muito habilidosa com sua espada. Uma coisa meio dança do ventre cheia de chame.... Pena que ela não tem nenhuma participação durante o jogo.

6 – Por falar em RPG, quem não se lembra da épica dança de Rinoa e Squall em Final Fantasy 8. Era romântica, sincronizada e Squall até pegou o jeito no final da música. Esses dois fizeram um par romântico mais chuchuco da cultura POP. Isso na época do Playstation One. A computação gráfica nesse jogo era um show á parte e até hoje merece destaque pela sua qualidade técnica.
Essa dança era uma coisa meio Disney né.. só que mais adulta e com um vestido mais curtinho. Vale a pena rever.

7 – Ahhh falar de dança sem mencionar essa é um pecado.. eu não vou nem falar nada.. Essa cena é muito épica também, quem jogou Final Fantasy X sabe do que eu to falando. O jogo é muito bem feito e a Yuna é um chuchuzinho,  muito simpática, muito gente boa, toda delicada. Eu vou calar a boca.. é um pecado ficar falando nesse vídeo.

8 – O jogo El Shaddai para mim foi uma decepção, mas em uma determinada fase lá pro final do game você luta contra um cara que se apresenta desse jeito aí oh... meio lady gaga, meio Michael Jackson, muito sem noção. E depois você ainda joga com esse cara, ele fica um personagem jogável por um tempo. Só vendo!

9 – Por falar em ridículo, olha o que eu achei no youtube sobre o Dragon Age. Eu joguei esse game, mas não cheguei a ir muito longe, então eu não sei isso é montagem ou se acontesse mesmo.. mas é muito esquisito, ainda mais para clima do game e tal. Mas vindo da Bioware, eu não duvido de nada.. olha que dançinha doida.

10 – Vanquish é um jogo todo estiloso né.. aquele cara com a armadura futurista e os robôs voando, mas quem disse que as máquinas também não requebram o esqueleto de aço.

11 – GTA IV teve duas expansões e na Ballad of Gay Tony você encarna Luis Lopes que poderia muito bem ser irmão da Jennifer Lopez se levarmos em conta a habilidade do cara na pista de dança. O jogo tem um minigame que o cara faz uns passinhos com a galera que é muito legal. Lembra aquela coisa disco bem antiga mesmo.

12 – E agora o grand finale antes que o tempo acabe. A nossa sapatilha de ouro vai para ninguém menos que Bayonetta, a diva dos videogames. É... o jogo dela todo é uma dança né, uma matança, mas com muito rebolado! No final do jogo ela faz uma apresentação muito estilosa com direto a efeitos, troca de figurino e dançarinos. Quem foi além nos créditos viu também uma versão pole dance muito bacana. E Bayonetta é Bayonetta né.. não tem pra ninguém. Ta aí.. espero que tenham curtido o vídeo.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Evolução Gráfica (Elders Scroll)

A Série The Elders Scrolls é a menina dos olhos da Bethesda. Quem joga Skyrim hoje, não imagina o longo caminho que a série percorreu para chegar ao nível gráfico dos jogos atuais. Isso não quer dizer que os jogos anteriores eram feios. Vamos rever o que fez The Elders Scrolls ser a magnífica série que é.

The Elders Scroll Arena:

Tudo começou em 1994, quando a Bethesda introduziu os jogadores no continente de Tamriel, no primeiro jogo intitulado "Arena", lançado para o MS-DOS. Na época já havia um grande mapa para explorar, mas só era possível viajar através do fast travel (não podíamos ir andando de um lugar ao outro), mas já haviam muitas coisas para se fazer. O jogo era super difícil, mas já era possível usar armas brancas e magias.
Os gráficos não eram os melhores, mas a jogabilidade era fantástica e a temática muito rica.




The Elders Scroll II - Daggerfall

Dois anos depois, foi lançado Daggerfall (também para MS-DOS), um jogo gigante, com 5 finais diferentes. O sistema de mágica estava de volta, e agora era possível aumentar a força dos equipamentos e outras propriedades. Também era possível comprar casas pela primeira vez.
O jogo se passava novamente em Tamriel, mas dessa vez era possível andar pelo mundo.
Os gráficos tiveram algumas melhorias, como efeitos de água e texturas que ajudavam a distinguir os ambientes.



The Elders Scroll III - Morrowind

Facilmente considerado o melhor dá série entre os fãs da série, o jogo de 2002 foi´íncrível em termos de conteúdo e qualidade. A Bethesda resolveu dividir o continente de Tamriel em um território menor, mas muito mais detalhado. Ainda assim, a área de jogo era gigantesca e cheia de liberdade para fazer o que quisesse (De uma forma diferente de GTA, que fique claro). Essa foi a primeira vez que o jogo foi lançado para console (XBOX).
O jogo melhorou tudo que havia nos jogos anteriores, mostrando do que a produtora era capaz nos consoles. A criação de personagens era sem igual e por ser tão profunda, dificilmente dois personagens seriam iguais.
Esse jogo introduziu também o sistema de skills, onde seu personagem ia evoluindo conforme você treinava ou praticava uma habilidade. Para aumentar a estamina por exemplo, você só precisava correr sem parar.
Graficamente o título era muito superior a tudo que havia no mercado. Texturas detalhadas, equipamentos e itens bem compostos e ambientes abertos em 3D saltavam aos olhos. Infelizmente a maioria dos cuidadões das cidades tinham pouquíssimas animações.


The Elders Scroll IV - Oblivion

Oblivion foi a entrada da série na atual geração de consoles, e tomou vantagem da nova tecnologia para melhorar a criação de personagens, mecânica das fases, gráficos e um dos maiores elencos de dubladores atores reunidos em um jogo. É um jogo acima da média, mas não está livre de falhas. Os inimigos podiam ser extremamente fortes enquanto você não subisse de nível.
O jogo fez um ótimo trabalho, incorporando todas as características da série e explicando os eventos anteriores.
Graficamente a produtora não foi além do que já havia feito. Deixou os personagens mais realistas, efeitos de sombra e luz foram aprimorados, florestas eram cheias de árvores, cavernas com detalhes de água e vegetação, etc.
Infelizmente os rostos eram feios pra danar e a movimentação em 3ª pessoa era sofrível!



The Elders Scrolls V - Skyrim

Com uma tonelada de novas habilidades para evoluir, cavernas para explorar, terras para viajar e um novo sistema de level, Skyrim é a versão definitiva desse RPG, enquanto muitas séries evoluem no mal sentido, TES evoluiu com classe e se tornou o padrão do RPG ocidental.
Graficamente é a evolução esperava e bem vinda, com uma arte digna de grandes produções em uma aventura épica.




Adaptado do site: http://www.2d-x.com/

Evolução Gráfica (Tomb Raider)

Ao longo do tempo, e de geração em geração, as séries que fazem sucesso ganham novos jogos. Isso é absolutamente normal na indústria, até porque quando um jogo dá certo, a gente sempre quer um pouco mais dele, com coisas novas e novos recursos.

Quando muda uma geração de consoles então, a gente fica ansioso para ver como será um jogo dá série que tanto gostamos no novo console, com maiores capacidades gráficas e uma jogabilidade avançada.

Enfim.. vamos analisar em imagens (até porque já tem vídeos demais sobre isso) a evolução gráfica das principais séries de videogames, uma nascidas desde a época do Nintendinho, e outras de gerações não tão antigas, para entender (e lembrar) o quanto evoluímos graficamente!

Tomb Raider - Series

Não é preciso dizer o quanto Lara Croft era quadrada na sua primeira aventura para o Playstation (One). Ela nasceu quase que junto com o videogame e a potência dele ainda não havia sendo explorada. Dentro do mesmo console, foi possível ver a evolução gráfica nos jogos da série:

Tomb Raider I

Quem não lembra da Lara toda quadradona, no primeiro jogo da série. Poucas texturas e baixa resolução, mas era muito divertido!
Tomb Raider 2

Poucas Melhoras, mas ainda um grande jogo!
Tomb Raider 3


Pois é... quem vê a Lara nos jogos de hoje, não imagina que ela já foi bem parecida com uma boneca inflável (na aparência).

Pior que isso, só os jogos da série lançados para o pequeno Game Boy Color:









E para o Game Boy Advance...











Com a chegada do Playstation 2, as promessas eram grandes para o novo Tomb Raider, mas o primeiro jogo lançado, foi um fiasco de jogabilidade e de gráficos. Parecia a Lara do Play 1 em alta resolução, e super travadona.

Tomb Raider - The Angel of Darkness


A remissão veio com a leva de jogos que vieram na sequência e que finalmente trouxeram a Lara que todos esperavam!

Legend

e o excelente remake Anniversary:

Os representantes da atual geração são de certa forma muito bem feitos, mas não são uma evolução tão drástica como os anteriores:

Underworld - trouxe uma história madura, uma Lara enfurecida e gráficos muito caprichados.

 Lara ganhou também um Spin off (Guardian of Light), que foge um pouco da série principal e devido a câmera afastada é difícil ver o trabalho feito em cima da heroína. Mas seguiram os modelos da atual geração
Lara deve ganhar um novo jogo esse ano. Um reebot para a série, que trará uma Lara mais jovem e ambientes claramente espalhados na série Uncharted. O jogo está sendo desenvolvido pela Square Enix e fica claro nos gráficos, onde está o dedo da produtora nesse jogo.
Lara Croft.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dance Paradise - Review

Dance Paradise.
Se Dance Central é o mais próximo de um simulador de dança existente hoje, e um dos melhores jogos lançados para o Kinect até o momento, e Dance Masters é o seu primo pobre, então Dance Paradise é aquele primo bonito, mas que ninguém agüenta ficar perto 5 minutos de tão chato.

O jogo é bem pensado, mas peca na execução. Se os desenvolvedores tivessem jogado pelo menos 1 hora do jogo e se divertido com ele, e ainda, se conhecessem  bem os outros jogos de dança, saberiam que o projeto não deu muito certo.
Você começa o jogo com 3 opções disponíveis e uma delas é um mini tutorial para mostrar como a mecânica do jogo funciona. Quando termina o tutorial você até acredita que poderá se divertir com o jogo e quando começa a jogar e se depara com a caprichada seleção de músicas licenciadas que por incrível que pareça ainda vem acompanhadas do vídeo clipe de cada uma delas, aí você de fato se anima coma  coisa. Mas nada disso salva a dificuldade imposta pelo jogo.
O jogo é semelhante ao visto em Guitar Hero, mas se no clássico da Harmonix isso funciona perfeitamente bem, no Kinect a coisa não é nada fluída, você tem 4 posições para fazer os movimentos, e cada uma corresponde a um passo para o lado mais ou menos. O boneco aparece na parte superior da tela e vai descendo até um mini palco que é o momento em que você precisa de fato imitá-lo.

Além de executar os movimentos como num espelho, você precisa estar na posição certa em que o boneco aparece, ou seja, é obrigado a ficar andando para lá e para cá para executar os passos e conseguir pontuar.
O maior problema da mecânica é que, ao contrário dos dançarinos detalhados e realistas de Dance Central, Dance Paradise economizou no design dos personagens e utilizou bonecos de plástico quadrados que lembram os dançarino de Dance Dance Revolution, mas sem nenhuma textura, algo inadmissível na atual geração de consoles. Com isso, mesmo tempo um tempo para ver o movimento que o boneco está fazendo, é quase impossível entender os passos mais complicados e executá-los da forma  correta.
Além disso, se prestar atenção, você não consegue de fato dançar com o jogo, pois cada passo é separado por um intervalo de tempo para você visualizar o próximo. Se não bastasse tudo isso, os loadings do jogo lembram os RPG´s do início da geração, como lost odissey. Qualquer ação demanda uma eternidade. Uma troca de música por exemplo ou voltar para o menu dão a impressão que tudo travou.

Resumindo depois de uma música, você não se sente motivado e quando pega uma mais difícil, aí você desiste mesmo e encosta o jogo pela eternidade.
É realmente uma pena que o jogo tenha pecado tanto, pois a seleção de músicas é excelente e o uso dos avatares é invejável, eles dançam no canto da tela (não em sincronia com seus movimentos) e podem ser personalizados correndo por todos os menus. Além disso o jogo permite que duas pessoas joguem simultaneamente em uma batalha, mas se jogando sozinho já é difícil, imagina com duas pessoas!!
Infelizmente Dance Central ainda é o único jogo de dança que realmente vale a pena para o Kinect, mas com a chegada de Michael Jackson: The Experience, talvez o cenário mude.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Evolução - Jogabilidade

De tempos em tempos a indústria dos games é sacudida com algo realmente novo e nesses intervalos entre cada uma dessas revoluções,  acabamos nos contentando com mais do mesmo!!! Não que isso seja ruin. Quando se descobre uma fórmula de sucesso ela vai se aperfeiçoando, gerando boas surpresas, mas a verdade é que poucos jogos tiveram coragem para ousar no quesito jogabilidade, revolucionando e criando estilos que nunca tinhamos experimentado.

Destacam-se nesse quesito alguns jogos como:

PAC-MAN - PC:
No início dos anos 80, surgiu um clássico que revolucionou a indústria, trazendo uma jogabilidade precisa e refinada para a época e gráficos de ponta. A premissa era simples e o desafio alto. Até hoje é um sucesso e ícone da cultura POP.

Prince of Persia - DOS
Esse jogo foi lançado em 1989, e tinha uma jogabilidade afiada e travada. Pular nesse jogo era um desafio, mas foi um marco na época, definindo como seriam os jogos 2D em plataforma.


Super Mário 64 - Nintendo 64
Um dos primeiros jogos lançados para o Nintendo 64 foi corajoso o sulficiente para transformar um dos maiores clássicos do 2D em 3D, alterando totalmente a jogabilidade antes conhecida. Tudo bem que o jogo se baseou em outros jogos em plataforma em 3D já lançados, mas transformar o mundo de mário dentro desse padrão foi de fato um desafio vencido com muita capacidade.

Sonic - Mega Drive Tudo bem que todo mundo já conhecia essa jogabilidade 2D, nada de novo até aí. Pular de plataforma em plataforma, pular em cima dos bichinhos para matá-los e tal, mas nunca com tanta velocidade. Sonic corria pra valer e fazia loops desafiando a lei da gravidade em uma jogabilidade insana em certos momentos. Não é a toa que nasceu a primeira grande rivalidade dos jogos.
























Street Fighter  - Super Nintendo
Quando Street Fighter foi lançado, haviam vários jogos de luta no mercado, mas nenhum dava o prazer de soltar um Hadouken como ele, os controles eram fáceis, os poderes também e tudo fluia que era uma beleza.. o segundo jogo tirou as rebarbas e beirou a perfeição, que é imitada até hoje nos jogos 3D da série.



























Sim City - DOS
Em 1989, foi lançado o jogo Sim City, que trazia conceitos de simulação que serviram de base para o que vimos em The Sims e na maioria dos jogos de simulação existentes. Claro que a fórmula foi aperfeiçoada, mas o risco e ousadia foram de Sim City

Doom - PC
Em 1993 Doom foi lançado, com a premissa de ser um jogo em "pseudo" 3D e tiro em primeira pessoa. Alguns outros vieram antes dele, mas Doom definiu os elementos de jogabilidade que veriamos até hoje nos jogos de tiro em primeira pessoa. É só jogar que vc verá que hoje a coisa só é mais fluída e com gráficos melhores.




Metal Gear Solid - Playstation
1998 foi um ano de grandes lançamentos, na época o Playstation era "o console" e Metal Gear Solid só veio a reafirmar isso. O grande barato de Metal Gear, além de sua visão superior, era a jogabilidade stealth de ter que acompanhar tudo que acontecia na tela e ao mesmo tempo ficar ligado no mapa, fazendo com que o jogo fosse quase que 100% do tempo tenso! O que vimos até hoje na série é basicamente isso, com as melhorias naturais que a fórmula requer!


Valkyrie Profile - Playstation
O Playstation foi o rei dos RPG´s, em sua maioria japoneses. O que aconteceu aqui foi que além de capricharem na jogabilidade 2D já conhecida, criaram um sistema de batalhas nunca visto, com comandos para cada um dos botões do Playstation, típico da genialidade dos caras da Tri-Ace. Um belo jogo, esquecido e ignorado por muitos.

Prince os Persia - The Sands of Time- PC e PS2
Quando fizeram esse jogo, todos pensaram que o clássico Prince os Persia retornaria com uma jogabilidade alterada para o 3D, mas a verdade foi que esse jogo redefiniu os parametros de jogos em 3D. A jogabilidade criada foi algo revolucionário e adicionou elementos nunca antes imaginados aos jogos em 3D. Combates de tirar o fôlego, piruetas e acrobacias nunca foram tão fáceis e gostosas de fazer.


Indigo Prophecy - PS2 e PC
Quando foi lançado, a idéia era fazer com que fosse parecido o máximo possível com um filme, e de fato, foi isso que conseguiram. A maioria dos jogos queriam ser cinematográficos, mas esse jogo inovou com a possibilidade e consequencia das escolhas, além de uma jogabilidade simples de sequências de botões para os momentos de ação, o resultado dessa jogabilidade, só jogando para saber.

God of War - PS2
A vingança de Kratos contra os Deuses ultrapassou os limites dos videogames, tornando-se o maior blockbuster da indústria moderna de games. Nada novo na jogabilidade, não fossem os combates fuídos e a presença do apertar botões que vimos em Indigo Prophecy, só que de uma forma totalmente nova e implementada no contexto dos combates. Esse jogo foi copiado ao extremo e ainda é referência em apertar botões na hora certa.


Mirror Edge - Multi
Mirror Edge, quis ir além do convencionar jogo de tiro em primeira pessoa e fez um jogo no estilo "Parkour". Imagine pular de um edifício a outro, andar nas paredes, fazer acrobacias e tudo mais na perspectiva de quem realmente está fazendo.
O jogo não é lá grande coisa, mas a jogabilidade certamente é a cereja do bolo.

Ressonance of Fate - PS3 e XBOX 360
Tudo bem que ele é um típico JRPG, com ambientação Cyberpunk, mas é só jogar o sistema de batalhas para ver que não existe nada igual. É até complicado pegar o jeito. Enfim... não conseguiria explicar aqui, mas é uma jogabilidade inédita em um gênero absolutamente saturado de mesmisses.

Mass Effect - XBOX 360 e PC
O trunfo de Mass Effect é simplesmente ter juntado jogabilidades já existentes e transformado em algo novo. Novo e excelente por sinal. É fluído e bom o sulficiente para se tornar modelo de novas possibilidades para os RPG´s futuros.

Wii

A maioria dos jogos do Wii demontra a jogabilidade que ele implantou com o controle de movimentos. Foi uma evolução de aparelho e consequentemente de jogos.
Kinect

Tudo bem que é somente a evolução do wii, mas ainda assim, permite coisas absolutamente novas. O potencial do aparelho não foi explorado ao extremo, mas é um sopro de vida para as produtoras pensarem em algo realmente novo.